Primeiramente, a história:
Leonard Peacock é um adolescente que decide matar no dia de seu aniversário de
18 anos o seu ex-melhor amigo, Asher Beal, e depois se matar com a arma nazista
P-38 que herdou de seu avô.
A maneira como a história se
desenrola é incrivelmente envolvente, tanto que eu o li em apenas dois dias. O
tempo todo é abordado os motivos que levaram Leonard Peacock a querer matar seu
amigo e a si mesmo. Intercalando presente, passado e futuro, você se vê
completamente preso às palavras profundas e revoltosas de Leonard Peacock e a
seus motivos completamente compreensíveis.
Uma trama envolvente lotada de
mistérios que o faz perder o fôlego em algumas passagens. Algumas vezes,
abordado de maneira confusa e, dessa maneira, o deixando com maior curiosidade
para descobrir os maiores mistérios: Por que Leonard decidiu matar aquele que
já foi seu melhor amigo? O que aconteceu entre os dois que o levou a esse
extremo?
Contudo, eu pensaria bastante
antes de recomendá-lo a alguém. É a espécie de livro que você não sabe o que
esperar da reação da pessoa que o lerá, se ela irá considerá-lo algo genial e
entender os motivos de Leonard, até mesmo se identificar, ou não gostará da
maneira como todos esses motivos são colocados em algumas páginas amareladas.
Eu o dou quatro estrelas, porque
faltou alguma coisa, em minha opinião. É um livro bom, agrupando todas essas
características que eu atribui a ele, entretanto, para mim faltou alguma coisa.
A escrita não deixou a desejar, muito menos a elaboração do personagem ou a
história em si. Simplesmente faltou alguma coisa, a qual eu não saberia dizer.
Em suma, é um livro ótimo.
